Que saudade de horas na estrada De gravar de madrugada Cozinhar para a Moçada E Acordar a rapaziada Que saudade de andar como fantasma Pegar frutas na mata Maquiar os amigos primatas E fazer efeitos na lata Que saudade de uma ponte quebrada De uma varanda bem montada De voltar para falsa morada E do seu Julio e Dona Marta Que saudade de mecher na Fiarada De fumar sem beber nada De negocinho para dar a esquentada E aplaudir e dar risada.